sexta-feira, 25 de outubro de 2013

Dar limites aos filhos

O papel principal dos pais é dar limites, autoridade firme, mas sem autoritarismo.
Agir com autoridade é o papel principal dos pais na educação dos filhos. Até os sete anos de idade, a personalidade da criança continua em formação, e os pais são responsáveis por dar a primeira referência de respeito que ela levará para a vida adulta. 

Na prática, os pais exercem sua autoridade quando agem com convicção e firmeza, mas sem autoritarismo, sem bater ou descarregar o estresse e o mau humor nos filhos.
As crianças fazem birra, insistem e testam os limites dos pais. É natural, mas é preciso ter em mente que você é o parceiro mais experiente da relação e faz parte da educação colocar regras, impor limites e orientar os filhos sobre como se comportar. 



Repreenda a criança em particular e explique claramente qual o problema.

A hora de dar bronca pode ser um tormento para alguns pais.

Como chamar a atenção do filho de forma adequada e construtiva?

- Ao repreender seu filho, critique apenas um determinado comportamento e não a identidade dele como um todo. 

- Se, por exemplo, a criança foi mal em uma prova porque ficou muito tempo jogando videogame e não estudou o suficiente, chame-a para uma conversa – nunca na frente de outras pessoas – diga que ela teve uma conduta inadequada, explique como ela deveria ter agido e mostre as consequências do ato. 


- Jamais inicie o diálogo com gritos ou xingamentos. O xingamento repetido várias vezes acaba sendo “incorporado” pela criança, criando rótulos que não contribuem para o desenvolvimento e a formação da personalidade dela. O melhor jeito de corrigir uma atitude errada é explicar e mostrar para a criança qual é o jeito certo de fazer as coisas. 

Postado por: Ana Claudia Foelkel Simões – Psicóloga
Vivo (11) 97273-3448 e Tim (11) 96829-7684

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Vídeo sobre dificuldade de aprendizagem



Um documentário que explica sobre as dificuldades de aprendizagens, como: Dislexia, Dislalia, Discalculia.

Muito interessante, pois são as crianças relatando as suas dificuldades e as suas superações.

Um estímulo, uma motivação.

ORIENTAÇÃO VOCACIONAL - VOCÊ JÁ OUVIU FALAR, MAS SABE O QUE É?

Muito se tem falado em Orientação Vocacional e Profissional. No entanto, você sabe exatamente do que se trata? Para que serve? 



Existem diferentes práticas para realizar o processo. Uma delas é a prática do Psicólogo, cujo profissional está capacitado para realizar o trabalho, fazendo uso de testes psicológicos. 
A Orientação Vocacional é voltada para qualquer pessoa que, de alguma forma, esteja intrigada com a questão da escolha profissional. O mais comum, é a procura pelos jovens, no momento em que se deparam com a escolha da profissão, ou seja, quando estão vivenciando a fase pré-vestibular. Mas esta não é uma regra. 
Em outras situações, a Orientação Vocacional também pode ajudar pessoas que já escolheram alguma profissão, que já estejam cursando uma faculdade ou, ainda, que já estejam formados e atuando na área, inclusive. Mas, que, por algum motivo, sentem-se desconfortáveis com a escolha profissional feita até o momento.
O processo consta em “investigar” a pessoa, levando em conta traços da sua personalidade, áreas de interesse, conjunto de valores, potencial de suas capacidades cognitivas, habilidades já desenvolvidas, e potencial a ser desenvolvido, bem como, o nível de maturidade, para a escolha profissional (que engloba vários aspectos, entre eles, o conhecimento do mercado de trabalho). Todos estes “dados” são “levantados” através da aplicação de testes psicológicos, que devem ser utilizados e avaliados somente por psicólogos. 
Inicialmente, o profissional realiza uma “primeira entrevista”, para que possa conhecer um pouco mais da vida da pessoa, da sua história, de suas escolhas e, inclusive, dos motivos que o levaram a realizar a busca através deste processo, bem como suas expectativas. 
O processo ocorre em alguns encontros, em que as atividades ou a aplicação dos testes, são realizados, evitando, assim, o cansaço, uma vez que tais atividades requerem atenção e concentração. 
Ao término do processo, a pessoa recebe um relatório que deva constar todas as informações sobre ela, levantadas na investigação, contendo, inclusive, as sugestões de áreas profissionais, que vão de encontro com os dados levantados, ou seja, que atendam as características, interesses e habilidades da pessoa. 
No entanto, o processo não é um trabalho “determinista”, nem tão pouco “reducionista”. É um trabalho que tem, como prioridade, ajudar a pessoa a conhecer-se melhor, em termos de tomar consciência de suas habilidades, aptidões e tipos de interesses, bem como facilitar a tomada de decisão da escolha profissional, baseada nestes conhecimentos. Trata-se, portanto, de um trabalho que amplia a visão de si, apontando as habilidades, capacidades e competências, que muitas vezes são desconhecidas.
Pode ser comum que pessoas recorram à Orientação Vocacional com a expectativa de obter uma resposta precisa, de uma única área ou profissão. Este é um grande equívoco. Pois o profissional, capacitado para isto, deve deixar claro, desde o primeiro encontro, qual é a proposta do trabalho, ou seja, de ser um facilitador da escolha da profissão, uma vez que seus instrumentos propiciam o autoconhecimento. Portanto, a escolha propriamente dita cabe somente e apenas ao cliente. Pois não é raro que o resultado aponte para áreas profissionais distintas e variadas, visto que dependerá única e exclusivamente das habilidades e dos interesses de cada pessoa.
Para as pessoas que já escolheram uma profissão e, mesmo assim, sentem-se insatisfeitas com a escolha ou com a sua área de atuação, é possível realizar o trabalho. Nestas situações, é mais apropriado que usemos o termo Orientação Profissional ou de Carreiras. Pois, dentro da área já escolhida, são sugeridos outros seguimentos, podendo apontar inclusive, para áreas de especialização, tanto de estudo quanto de mercado, levando em conta o conjunto de interesses, de habilidade, e traços de sua personalidade. 
Enfim, passar por este processo é sempre um trabalho enriquecedor, uma vez que propicia o autoconhecimento e, não raro, muitas pessoas se redescobrem, tomando conhecimento de habilidades que, até então, eram desconhecidas.
Vale lembrar, que a palavra “vocação” vem do latim “vocatione” e significa chamado, tendência, aptidão (Michaelis). Portanto, em nossa cultura, prevalece a crença de que a escolha da profissão está relacionada com este chamado, com o “ouvir o coração”, até porque, passamos grande parte de nossas vidas, envolvidos com a profissão! Daí a grande importância em realizar esta escolha com assertividade, consciente de nossas competências, procurando realmente atender o chamado do coração! Este é, por enquanto, o caminho mais seguro que temos para evitar possíveis frustrações futuras.

Fonte: Histórias que Transformam (Ssmaia Abdul)
Postado por: Ana Claudia Foelkel Simões – Psicóloga