sexta-feira, 28 de março de 2014

Nova Parceria - Home Angels



A Foelkel Psicologia, fecha nova parceria com a empresa Home Angels, que visa o cuidado, carinho, respeito e dedicação ao ser humano.

Para a psicologia, o trabalho de cuidador se assemelha ao de AT (Acompanhante Terapêutico) e os cuidados no atendimento ao paciente, se estende em orientação a família, para que todos tenham uma boa integração familiar, estruturada e funcional.

O cuidador também é orientado e supervisionado referente ao trabalho que está sendo desenvolvido, visando qualidade de vida e bem-estar da pessoa cuidada.


A Home Angels é responsável por encaminhar cuidadores de pessoas para atendimento de acompanhamento rápido, seguro, confiável e, principalmente humano. Os serviços são prestados na residência dos clientes, para que não precisem sair do conforto de seus lares. Os cuidadores Home Angels trabalham de forma especializada, zelando pelo bem estar e saúde da pessoa assistida. Desempenham a função de acompanhante e assistente na realização de rotinas de higiene pessoal, alimentação, administração de medicamentos, atividades de educação, cultura, recreação e lazer. Estando atento a qualquer fator que possa ocasionar um acidente domiciliar, observando necessidade de adequação do mobiliário para prevenção de quedas.

A Home Angels busca sempre a melhoria na qualidade de vida da pessoa cuidada em relação a si, a sua família e a sociedade. Os procedimentos de saúde e administração de medicamentos sempre são orientados por profissional de saúde habilitado responsável por sua prescrição. 

Seja para cuidados temporários ou permanentes, nossos profissionais são preparados, treinados e comprometidos com nossa missão de tornar a vida mais fácil para nossos clientes.
Oferecemos: Visita e avaliação gratuita, planos de cuidado específicos para cada necessidade, atendimento individual, disponibilidade imediata, horários flexíveis, acompanhamento do atendimento através da supervisão constante, reunião para avaliação dos resultados, profissionais especializados em cuidados, melhor custo-benefício do mercado.

Fonte: http://homeangels.com.br/
Postado por: Ana Cláudia Foelkel Simões - Psicóloga
(11) 97273-3448


segunda-feira, 10 de março de 2014

Distimia - A doença da atualidade

A apatia pode estar camuflando uma doença conhecida como Distimia, que é uma forma crônica de depressão, com sintomas mais leves. Diferente da "depressão maior" que paralisa e pode levar até a morte, a pessoa com distimia continua tocando a vida, sempre com um incômodo que a impede de desfrutá-la plenamente. O indivíduo com distimia não consegue demonstrar entusiasmo com nada, é retraído e enxerga quase sempre o lado negativo das coisas. 

Geralmente o distímico não enxerga a sua condição, pois com o tempo incorporou esses traços negativos à sua personalidade e passou a achar que a vida é mesmo uma chatice. Por isso, são muito resistentes à ideia de que estão adoecidos.


A distimia é uma doença e não deve ser subestimada, pois quem a possui, pode desenvolver quadros depressivos graves. Devido seu desconhecimento, quem possui distimia costuma procurar ajuda só quando ela já evoluiu para um quadro depressivo grave. 



A distimia pode ser tratada com a ajuda de medicamento antidepressivo prescrito por um Psiquiatra, associado à Psicoterapia. Enquanto o medicamento atua corrigindo o desequilíbrio químico dos neurotransmissores responsáveis pelo humor, a Psicoterapia leva o indivíduo a vivenciar suas aflições, ajuda a reconfigurar sua vida pelo resgate da sua autonomia, possibilitando assim a experiência de sentir prazer novamente.

Por: Pedro Leite Machado


Postado por: Ana Cláudia Foelkel Simões
Psicóloga Adulto e Infantil (11) 97273-3448

quarta-feira, 5 de março de 2014

Reflexão: "O significado do SER"



Para refletir...

Convido à todos, a refletirem sobre este vídeo do Pe. Fábio de Melo. 
Refletir sobre o significado do SER, livre de raça, credo, idade, sexo, simplesmente refletir sobre o SER humano.
Perdemos muito tempo em nossas vidas, preocupados com a aparência, com as futilidades do dia-a-dia, que nos esquecemos de olhar para as pessoas que nos amam e que estão ao nosso lado em todos os momentos, em todos os tropeços, em todas as vitórias. Esquecemos muitas vezes da nossa essência, para sermos o que julgamos ser necessário, para ser aceito, para ser admirado e notado.

Qual a real importância de tudo isso para você???

Se sentir vontade, deixe seu comentário.




Brincar é Preciso

- Poucas coisas terão tanta importância para o desenvolvimento de uma criança, como o ato de brincar.


Podemos ser levados a pensar que o jogo não passa de um modo de passar o tempo, mas é inequivocamente, muito mais que isso. O jogo surge-nos como a mais espontânea atividade infantil, contribuindo para o crescimento e desenvolvimento das diversas facetas da personalidade.
A função do jogo é autoeducativa. É através dele que a criança cresce e evolui para a adolescência e para a maturidade.

- Psicomotricidade e atividade intelectual

O brinquedo favorece o gesto, a coordenação de movimentos e o controlo. Ao jogar (bolinha de gude), por exemplo, as crianças tentam adquirir alguma precisão ao nível do toque, para que não percam. Esta precisão é de extrema importância para a coordenação motora.

Ao mesmo tempo, a atração pela cor ou pela forma, a sua correta utilização e, em alguns jogos didáticos, a possibilidade de seriação (do maior para o menor; encaixes de cores e tamanhos distintos), permite favorecer o desenvolvimento de formas de pensamento cada vez mais complexas.

A criança aprende a conhecer, armazena dados na memória e estuda a relação causa-efeito. Deste modo encontra novas estratégias para solucionar problemas e aprende a controlar emoções. 


- Segurança e afeto

O brinquedo assume nesta área um significado muito forte. Movido por forças mágicas, permite um tipo de relação afetiva cujo efeito pode ser muito tranquilizador. Todos nós conhecemos crianças que dormem agarradas a bonecos de pelúcia, porque estes lhes transmitem segurança e afeto.

Substitui-se, simbolicamente, a mãe e, deste modo, consegue-se reencontrar um equilíbrio interno. A intensidade da relação estabelecida entre as crianças e os brinquedos, pelo significado aliado à possibilidade de descarregar emoções/sentimentos, funciona muitas vezes como processo espontâneo de psicoterapia.


A criança atira o boneco ao ar, bate-lhe, arranca-lhe os cabelos, como forma de expandir uma raiva interior que seria muito nociva se continuasse a ser interiorizada. Os pais preocupam-se quando a criança está brincando com um amiguinho e diz frases do tipo “te matei”, “vou te dar um tiro”, mas estes momentos são de extrema importância porque assim pode estar arrumando  internamente conflitos que existem dentro de si.

Não nos podemos esquecer de transmitir às crianças a ideia de que o mundo que nos cerca é pleno de coisas boas. Existem fadas e príncipes, mas também bruxas e madrastas.

Este é um momento em que a sua agressividade é expandida e exorciza as coisas más que existem dentro dela. Se a criança puder encarnar o lobo mau, mas também o chapeuzinho vermelho, irá ter possibilidades de se tornar um adulto equilibrado que, perante as situações adversas saberá encontrar soluções sensatas.

- Aprender regras

Ao partilhar com os outros as diversas atividades lúdicas, a ter necessidade de respeitar regras, assumir de diversos papeis e respeitar os participantes no jogo. A criança adquire assim regras do comportamento humano e elabora o seu próprio processo de socialização.

Deste modo, percebe que existe o outro e que existem leis que é preciso respeitar para que as coisas corram bem. “Agora é a minha vez”, “ganhei e você  perdeu” “eu estou na sua frente com três pontos”, tudo isto transmite à criança a ideia de que é necessário respeitar os outros para que seja possível manter uma boa convivência.

- Educar através do jogo

Também na educação, o brincar ocupa um espaço vital. As crianças pequenas, aprendem muito melhor quando associam o ato de aprender ao prazer do jogo. Se só transmitirmos a ideia, elas não vão aprender tão facilmente como se a associarmos a um jogo.

Aí o conceito vai ser imediatamente absorvido. Esta questão é fundamental, porque podem-se fazer imensos trabalhos com crianças, usando o jogo como instrumento. Por exemplo, a educação ambiental tem passado muito por programas em que o jogo tem o papel fundamental.

Ensinar as crianças a aproveitarem a sucata e com ela construírem os seus brinquedos é extremamente fácil, porque imediatamente uma rolha se transforma num extraterrestre e uma garrafa numa nave espacial.

Para ela representa isso mesmo e livra-se das limitações dos brinquedos já pontos e feitos em série. Apresentar vários materiais é estimular a imaginação. É sempre preferível os jogos de construção ou então brinquedos muito simples – bonecas de trapo, por exemplo.

As crianças perdem rapidamente o interesse por brinquedos sofisticados, uma vez que a sua utilização os esgota com rapidez.

Os bebés apreciam cores e sons

Quanto mais intimidade estiver com a criança, mais os pais conseguem saber o que mais lhe agrada. A cor, textura, versatilidade e simplicidade, são fatores importantes na escolha do brinquedo.

Além disso, tem que se ter sempre presente a idade da criança que se for muito pequena, irá ter tendência para levar tudo á boca e os perigos com os brinquedos que possuam elementos pequenos, aumentam.

Se bem que as crianças já demonstrem interesse pelo jogo antes dos três anos, o fato é que é depois desta idade que tudo assume outra forma. Nos primeiro três meses, os brinquedos sonoros são os mais apreciados. O movimento, o colorido dos mobiles, a música das caixinhas, os bonecos de pelúcia, são os preferidos.

- Jogos de faz-de-conta

Por volta dos 2 anos, surgem os jogos simbólicos. Deste modo a criança consegue realizar os seus desejos e resolver os seus conflitos por intermédio dos brinquedos. É chegada a altura de sentar no chão e deixá-lo brincar livremente.

Brinquedos simples e coloridos, favorecem a imaginação e são os mais apreciados. Jogos de encaixe, legos de peças grandes, bonecas de trapo. Por volta dos cinco anos, surge o “faz-de-conta”, a oscilação entre o mundo interior e o mundo exterior permite o assumir de papeis diferentes e o trabalhar da personalidade.

Fonte: Portal da Criança

Por: Teresa Paula Marques 

Postado por: Ana Cláudia Foelkel Simões - Psicóloga
(11) 97273-3448